O mês de Maio é rico em feriados em França e normalmente em fins-de-semana prolongados também… Este ano, os feriados foram reduzidos, por calharem ao fim-de-semana… No entanto, o fim-de-semana da “Ascenção”, de quatro dias, era garantido. Talvez devido a visita papal em terras lusas, os preços dos bilhetes de avião escalaram no mês de [...]
São Petersburgo
by Mafaldocas on December 6, 2009 in 1
O trabalho encurtou o fim-de-semana passado e provocou uma visita a terra de csares e matrioskas… São Petersburgo. Ínicio de Dezembro, nada de neve e temperaturas muito positivas (7/8ºC)… eis o aquecimento global! As iluminações e as árvores de Natal já estavam, no entanto, espalhadas por toda a cidade. Infelizmente, o tempo foi demasiado escasso e [...]
Florença
by Mafaldocas on November 23, 2009 in 1
Para aproveitar o dia de férias suplementar que me faltava gozar, o fim-de-semana foi prolongado e o destino foi a cidade de Florença. A escolha do destino foi mais do acaso, uma vez que resultou de buscas de última hora de fins-de-semana prolongados com preços atractivos. A ideia de base era visitar os mercados de [...]
Amiens e Baie de Somme
by Mafaldocas on November 15, 2009 in 1
No fim-de-semana passado, e para quebrar um pouco a monotonia que se instalou com o regresso da chuva, decidi independentemente do tempo que me deslocaria a Amiens e a Baie de Somme. A escolha foi devido à proximidade de Amiens com a Baia de Somme, região conhecida como albergue ornitológico para as aves em migração. [...]
Cidade do Cabo, Winelands e Kruger
by Mafaldocas on September 12, 2009 in Uncategorized
Depois de un ano de trabalho e de dias pouco inspirados para actualizar o meu blog… férias. O destino deste ano, foi no mínimo exótico… África do Sul. O apelo de África sempre esteve presente, talvez alimentada por todos os episódios de National Geographic que assisti, talvez pela minha obsessão pelos “grandes gatos” ou pelas [...]
Um ano depois… o regresso
by Mafaldocas on July 16, 2009 in Uncategorized
Este fim-de-semana foi prolongado em França devido ao 14 de Julho (em que se celebra a Queda da Bastilha) por isso foi tempo de dar um pulo à Polónia para visitar os amigos e “família” que ficaram por lá.
Depois de uma semana de trabalho muito complicado foi muito pouco o tempo para combinações… sexta-feira ainda estava tudo em cima do joelho e a viagem estava marcada para sábado de manha.
Cheguei a Varsóvia ao meio-dia, para alem do bilhete de avião, a única coisa garantida era o carro alugado – a logística da viagem convinha estar bem esquematizada, dai que me dei ao “trabalho” após um dos longos dias de trabalho de fazer uma reserva de automóvel para poder ter meio de transporte – que fui recuperar logo após a chegada.
O carro atribuído não foi nada mais nada menos que um Opel Corsa Preto quase por estrear e não me deixou ficar mal… passou o teste drive sem nenhum problema assinalável.
O trajecto até Belchatów demorou cerca de duas horas e foi feito nas calmas, uma vez que já não me lembrava do posicionamento dos 49 foto radares entre Varsóvia e a cidade destino. O tempo estava chuvoso e cinzento mas as previsões eram de melhoria para domingo… por isso a malta tinha planos de organizar um belo churrasco polaco.
Á chegada, nada de grandes diferenças, as estradas são as mesmas, apenas um ou dois edifícios surgiram pelo caminho e portanto não houve problemas de orientação para encontrar a casa do Alejandro e da Agnieszka, onde me esperavam ainda para almoçar.
Para o almoço, uma surpresa, o “Valentino”, o meu restaurante preferido de Belchatów… tinha mudado de sítio, está mais moderno, mas a comida continua a mesma, por isso também o almoço foi tempo de reviver os tempos em que lá ia jantar ou almoçar quando estava ainda hospedada no hotel Santin… até os donos ainda se lembravam.
O resto da tarde foi para colocar a conversa em dia e brincar com a pequena grande Oliwia, que já tem 15 meses (como o tempo passa depressa!). O jantar foi recatado e em família e depois de um dia cansativo o repouso foi bem-vindo.
Domingo acordou cedo… antes a Oliwia acordou cedo… o que fez com que a malta saltasse cedo da cama e aproveitasse o dia ao máximo. O tempo estava “relativamente” melhor… mais ainda havia dúvidas quanto à realização do barbecue no jardim ou dentro de casa. Depois do pequeno-almoço demos uma volta a pé pela cidade que me acolheu durante os primeiros meses em terras eslavas. Como sempre… a igreja estava cheia… e as ruas vazias, situação que se inverteu no fim da cerimónia… sendo as ruas invadidas, pelos crentes domingueiros que saíam da missa para rumar a casa.
Como faltavam algumas coisas em casa, fomos ao supermercado (sim, porque na Polónia o supermercado está aberto todo o domingo). Na lista de compras, um secador de cabelo… para avivar as brasas… os convivas eram alguns e os churrascos polacos duram horas. O tempo é que parecia não querer cooperar, à chegada a casa fomos recepcionados com chuva…. Mesmo que de pouca duração, mas que nos obrigava a verificar, demasiadas vezes, se as abertas iam deixar fazer o repasto no jardim.
Às 14H00, os primeiros convidados, ou membros da família polaca chegara, o Rui, a Mariola e as gémeas, Anna e Aleksandra (que estão enormes e já vão para o infantário em Setembro). Como o tempo estava melhor, a decisão foi de se fazer no exterior. Faltava apenas um convidado, um tuga acabado de chegar a terras de leste, que começa agora a integração polaca.
O churrasco foi longo, pleno de conversas e brincadeiras, num ritmo tão natural que parecia que da Polónia nunca tinha saído… assim funcionam as amizades! Para fazer justiça ao nome, foi bem regado das belas cervejas polacas (Tyskie e Zywiec) e da vodka… está claro. Bem regado mas também bem guarnecido, foi tempo de recordar outros sabores, com os ogórek kiszony caseiros (pepinos em pickles), a kiełbasa (salsicha polaca) e a kaszanka (chouriça de sangue) e outros bem mais comuns como os costelas e o cachaço de porco.
A sobremesa foi também tipicamente polaca e diversificado, galaretkas, um sortido de folhadinhos recheados com as diferentes compotas polacas… delicioso.
Depois de um dia bem passado e como segunda-feira era dia de trabalho para os locais, foi tempo de arrumações, despedidas e muito descanso… foi um domingo em cheio.
A segunda-feira foi dedicada a actividades mais terrenas, compras. Uma ida a Lodz impunha-se, para uma visita ao Manufaktura… o centro comercial que mais visitei e onde fiz grandes compras nos velhos tempos!
Tudo na mesma como a lesma… as mesmas lojas… e boas oportunidades de compras. Depois de uma manhã dedicada a actividades mais mundanas a tarde foi para visitar a malta de Piotrków e claro está a fábrica que levou para a Wielko Polska. Foi tempo de rever os colaboradores que se tornaram amigos depois de um longo ano de luta. Depois do convívio com os colaboradores, os meus anfitriões organizaram um jantar com um velho amigo polaco e a noite terminou em amena cavaqueira.
Terça-feira, dia de regresso, chegou demasiado rápido e as despedidas foram matutinas, porque os anfitriões tinham que ir para o trabalho. Antes de rumar a Varsóvia, para o voo de regresso a Paris, ainda passei por Piotrków, para revisitar a cidade que me acolheu. A cidade continua na mesma… mas moderniza-se o centro comercial em construção perto do meu apartamento está quase pronto… um ano passa rápido e as mudanças são visíveis.
O calor apertava… por isso a viagem até Varsóvia foi difícil… mas lá cheguei a tempo e horas, para voar até a cidade luz.
Visitas…
by Mafaldocas on June 1, 2009 in Uncategorized
Num dos últimos fim-de-semana prolongados, que o mês de Maio de 2009 regalou os franceses, tive direito a visita familiar de quatro dias. E que sorte que tivemos… o tempo esteve excelente permitindo muitas “promenades” pela cidade da Luz… E promenade foi mesmo a palavra de ordem porque se caminhou muito e muitos quilómetros…
Paris é excelente para isso… e para desfrutar a 100% desta bela cidade é bem preciso não ter pudores no que respeita a caminhadas… pudores e bom calçado está claro.
A visita começou logo no dia de chegada… acabadinhos de chegar ao aeroporto… Foi só tempo de pousar as malas no hotel e ir directos aos Campos Elísios… para começar.
Como um casamento estava na lista de acontecimentos vindouros… a primeira caminhada foi de reconhecimento de terreno e de compras… nada como um pulo a Paris, para a compra de uma bela “toilette”. Depois de almoçar nos dos restaurantes que povoam os Campos Elísios… destino ao Louvre e à ribeira (esquerda) do Sena.
Como o dia foi longo… o descanso era merecido, por isso, depois de um jantar rápido… o repouso.
O trajecto para os próximos dois dias seria definido pelo bus turistico de Paris. Logo, a primeira paragem foi face à Dama de Ferro, em Trocadero, para regalar o ícone turístico pariesiense… a Torre Eiffel. Depois de feitas as fotos da praxe e da consternação ao verificar a quantidade de crentes… que já pela fresquinha faziam fila para subir ao 2º piso da Torre, retorno ao bus onde a próxima paragem foi Notre Dame. Atravessàmos a ponte para a Isle de Saint Louis, uma ilha de tranquilidade, no meio da metrópole, onde se pode visitar e comprar em lojas muito pitorescas. O almoço foi mesmo por essas bandas, depois do que regressamos à zona da ópera e de novo aos Elísios. O segundo dia, a bordo dos vermelhinhos, as paragens foram de acordo com o gosto do freguês, visitando novamente Notre Dame, onde fomos recebidos por leves aguaceiros. Para fugir da chuva, a tarde foi passada nas Galerias Lafayette e Printemps. A noite estava reservada para o tour nocturno para ver as iluminações da Torre e da cidade… foi uma noite de caminhada intensa… um prelúdio para uma futura ida a Fátima… Mas as vistas, valeram a pena.
O fim-de-semana passou rápido e domingo era já dia de partida…. a manhã (de intenso calor) foi novamente de caminhada… e para refrescar os animos… nada melhor que descansar nas margens do Sena.
Ao ínicio da tarde, os tugas voltaram à Invicta e a francesinha… ficou por cá…
Porto…Paris… Bordeus… Paris… Estocolmo… Paris
by Mafaldocas on May 17, 2009 in Uncategorized
Depois do fim-de-semana em Barcelona, a semana voltou a ser curta e mais um fim-de-semana de três dias se aproximava.O destino desta vez era a cidade Invicta… com direito a celebração no último dia de estadia a mais uma vitória do campeonato dos Dragões… Ouro sobre azul.
O fim-de-semana foi passado em família e também de repouso, antecipando a semana agitada que se aproximava.
Segunda-feira de madrugada tinha como destino Paris, de onde partiria para Bordéus para dois dias de estadia devido a uma reunião comercial.
Foram dois dias em cheio, de trabalho mas também de muita estrada, o percurso entre Paris e Bordéus é longo, cinco horas… Na terça-feira à noite, a chegada a casa foi tardia e breve, já que na manhã seguinte, a mala já estava novamente pronta e o destino era outro bem diferente… Estocolmo A cidade sueca começa a ser destino, quase mensal, devido a relações comerciais.
Devido ao hábito, não nos preocupamos grandemente a fazer reserva de hotel com antecipação, uma vez que nunca tivemos problemas… obviamente que nem sempre o hábito faz o monge, e antes de partimos, quando ligamos para o hotel habitual… uma má notícia, nenhum quarto disponível. De facto, fomos prontamente avisados que seria muito dificil arranjar quartos para o resto da semana devido à realização de um congresso médico na cidade.
Depois de uma hora de chamadas e já em desespero de causa, pensando mesmo anular a viagem, tivemos o retorno de um dos hoteis da cidade com disponibilidade de quartos para as noites desejadas, embora com um preço um pouco fora do nosso orçamento ( mas mais aceitável do que alguns dos preços que obtivemos do único hotel com camas disponíveis até ao momento… 600€ por noite). E assim, lá partimos para norte, com noite assegurada.
No rescaldo de dois dias em Bordéus, fazendo 1000 km em menos de 48 horas, à chegada a Estocolmo, estavamos cansados e com necessidade de preparar as reuniões dos próximos dias. No entanto, os dias já são muito grandes por aquelas bandas… e mesmo apenas saindo à hora de jantar, ainda tivemos tempo de apreciar um pouco mais da cidade.




A viagem foi de trabalho, mas deu para regalar as vistas, com a maravilhosa panorâmica da cidade. Sexta-feira chegou num ápice e foi tempo de regressar a Paris, onde o fim-de-semana estava planeado para repouso absoluto… desfazendo finalmente a mala e preparando o próximo fim-de-semana prolongado.
Barcelona…
by Mafaldocas on May 3, 2009 in Uncategorized
Depois da pausa pascal na santa terrinha… o regresso a Paris foi dificil. Mas, sabendo que o mês de Maio é rico em feriados, no país da baguete, a moral elevou-se.
O primeiro fim-de-semana prolongado, do 1 de Maio, foi planeado à última da hora, o vôo para a nação tripeira era demansiado caro, logo a decisão foi de passar o fim-de-semana em qualquer outro sítio.
Após algumas horas de navegação na internet, o destino foi traçado para a cidade das Ramblas… Barcelona (a cidade revolucionária espanhola, que tanto me faz lembrar a nação tripeira).
Tanto é o caracter “das gentes”, que lutaram anos para mantarem o catalão como lingua oficial e que falam com tanto orgulho como a malta que insiste no cimbalino, canudo!
A semana de trabalho foi dura, portanto contava as horas para a partida. Quinta-feira, ao fim do dia, e de malas aviadas, parti com destino a capital catalã, com esperança de bons momentos e bom tempo.
A chegada foi tardia, mas logo decepcionante… chovia, pois claro.
Sexta-feira acordou chuvosa… e não querendo ficar no hotel, lá tive que procurar um “chuço”… pois como gosto de viajar leve, este item nunca faz parte da minha bagagem.
O plano era divagar na sexta-feira, enquanto que sábado estava marcada visita cultural de Gaudi, passando como é obvio pelos ex-libris do arquitecto… La Pedrera, Parc Güell e La Sagrada Familia. A chuva alterou os planos, mesmo de chuço na mão, a cidade perde muito do seu encanto, até a Rambla estava calma… Mas S.Pedro não falhou e depois de algumas horas molhadas (passadas a assistir a uma manifestação trabalhista…) o sol deu um ar da sua graça e lá parti para a volta à cidade.

La rambla… molhada

Port Vell… debaixo de chuva

Manisfestacao trabalhista… e o tempo melhorava…
A ronda teve as paragens obrigatórias que qualquer guia turístico aconselha… e outras. Começando na Placa da Cataluña e passando pelo Passeig da Grácia (onde fica La Pedrera), seguindo para a Sagrada Familia. Seguiram-se os Pavellons Güell e a meca catalã… Camp Nou. A visita desportiva continuou com a passagem por Montjüic, onde se desenrolaram a maioria dos eventos olímpicos em 1992… passando depois a Port Vell e a Port Olímpic, a zona da cidade reconstruída para albergar a aldeia olímpica e os eventos marítimos. O tempo melhorou consideravelmente ao longo do dia, permitindo o passeio no segundo andar do autocarro, podendo assim desfrutar das belas vistas e tirar fotos para mais tarde recordar.

La Pedrera

La Sagrada Familia… a paixao de Cristo

Montjuic e o monomento olimpico…
Muito embora a volta à cidade tenha sido feita em quatro rodas, o final do dia foi para explorar La Rambla, ou melhor as Ramblas, que têm ao todo 1km e 200 metros e ligam a Praça da Catalunha ao porto da cidade (La Rambla de Canaletes, La Rambla dels Estudis, La Rambla de Sant Josep, La Rambla dels Caputxins e La Rambla de Santa Monica… e ainda La Rambla de Mar – a passarela de madeira que liga as ramblas ao Maremagnum). A quantidade de pessoas, artistas, vendedores é tão grande… que a rua parece uma entidade viva.
Ao final da tarde, os pés já nao aguentavam… e retirei-me para o merecido descanso.

La Rambla… e o mar de gente

La Rambla e as animacoes de rua…
Sábado começou cedo e solarengo e com a perspectiva de um dia de Verão (26ºC). Ás 9H00 já estava na Placa Cataluña a aguardar o tour Gaudí. Com direito a guia e visita guiada… duas paragens: Parc Güell, onde apreciei a história e a arquitectura engenhosa e perfeitamente integrada do projecto habitacional falhado de Gaudí… e a inigualável igreja expiatória da Sagrada Família… construção que já dura à mais de 120 anos e que deverá estar terminada em 2040… se as contribuições anónimas assim o permitirem.
Com o bilhete de entrada, contribui para a construção, tive direito a visita interior e ainda direito a expição de todos os pecados. A entrada no museu ainda permitiu verificar o resultado final… se oportunidade faltar de regressar à Catalunha na próxima década de 40…
Com a alma mais leve, foi tempo para uma pausa degustativa, da bela baguetina catalana. Como o tempo fazia lembrar verões passados, decidi fazer um passeio de barco pelo porto de Barcelona, que proporcionou vistas espantosas da cidade.

Foto da praxe no Parc Guell

Outra foto da praxe…

La Sagrada Familia… e a natividade

Fachada da Paixao… La Sagrada Familia
O vento tornou o passeio um pouco desagradável, mas as maravilhosas vistas e o pronto agasalho ajudaram a esquecer o contratempo. Chegada ao porto… um momento de descanso, deitada ao sol…e apreciando a brisa do mar.
O final da tarde foi novamente passado nas Ramblas e nas ruas perpendiculares, onde o comércio borbulha. Depois de tanta actividade o repouso da guerreira.

Vista maritima sobre o Port Olimpic

Combatendo o frio…
O regresso à cidade luz estava marcado para o inicio da tarde de domingo, por isso a manhã foi curta e de despedidas.
Ao final da tarde já estava de regresso a casa.
Dimanche des Rameaux
by Mafaldocas on April 6, 2009 in Uncategorized
Domingo de Ramos… a porta de entrada da semana santa.
Na ausencia de algo excitante para contar (uma vez que ultimamente so tem dado trabalho…) e por falta de inspiração… decidi dedicar umas poucas linhas ao domingo mais floral do ano.
Como este dia é dia dedicado aos padrinhos… e como sei que os meus… sao fies leitores… aqui deixo o meu ramo… de rosas.

Escolhi-as pela sua historia e significado. A origem da rosa remonta ao mito de Adônis. Do sangue do amado de Afrodite (Vênus) teriam brotado as primeiras rosas vermelhas.
Mas também a escolhi por ser o signo floral da minha madrinha…
ROSA
A rainha das flores evoca o espírito de liderança e organização. As pessoas do signo de Rosa nasceram para comandar e não, para serem comandadas. Elas usam os espinhos como escudo para enfrentar as batalhas da vida. Uma das virtudes é não mostrar suas fraquezas. Assim, quem é Rosa, também é apaixonado pela vida. Não desiste nunca, mesmo nos momentos mais difíceis. Acredita que sempre é possível plantar uma nova semente e renascer.
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